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TOQUIO - VISITA A TEMPLOS E SANTUÁRIO

 Durante minha estadia em Tóquio, capital do Japão, visitei visitei alguns templos budistas e santuário xintoísta. Lugares muito turísticos e por ser um domingo, estavam lotados.


Santuário Meiji

Esse Santuário Xintoísta foi construído, em 1920, para homenagear os espíritos do Imperador Meiji e a imperatriz Shoken, sua esposa. Esse imperador levou o Japão à modernidade.

O Santuário foi reconstruído em 1958, após ser destruído durante a Segunda Guerra Mundial, graças a doações. Ele está cercado por um bosque. Possui algumas lojinhas, onde comprei um amuleto. Durante minha visita estava tendo um casamento. 







Templo Sensõ-ji

Esse templo foi fundado em 645, considerado o mais antigo do Japão, sendo que já foi reconstruído por volta de 20 vezes. O local também é conhecido como Asakusa Kannon Temple. Sua entrada é imponente, com um grande portal e possui um belo pagode de 5 andares.

A grande lanterna instalada no portão Kaminarimon é um destaque e pesa 700Kg. O portão principal do templo é guardado pelos deuses do vento e do trovão.

Passar pela rua Nakamise-dori, com 250 metros, faz parte do passeio, com suas inúmeras lojinhas de lembrancinhas e lanches. Se ainda não provou sorvete de matcha, aí é um bom lugar.

Lanterna entrada da rua

Portão entrada do templo


Pagode

Rua Nakamise-dori







Templo de Zojoji

O templo fica próximo à Torre de Tóquio. O local é um centro de estudos da seita Jõdo-shu do budismo. O templo foi transferido para esse lugar em 1598, quando o senhor da guerra, Tokugawa Ieyasu, invadiu Edo (hoje Tóquio). Há seis senhores da guerra Tokugawa sepultados nesse local.

O portão de entrada ainda é o original, construído em 1622.

No complexo do  templo estão centenas de Jizos, divindades esculpidas em pedra, enfeitadas com gorros, babadores e cataventos. Elas representam crianças não nascidas (aborto) e natimortos. Os pais escolhem uma estátua desse jardim e a decoram com as roupinhas, com uma pequena oferenda para Jizõ, o guardião das crianças não nascidas para que cheguem à vida após a morte.




Portão principal







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